[27.2.07]
o que é que a baiana tem Generalizações me irritam profundamente. Eu já falei de coisas que eu não gosto, que são feias, que são rídiculas. Mas isso me tira do sério com todas as forças do mundo. As mulheres da minha casa são mestras, ninjas, capoeiristas e soltam hadouken nessa arte. Basta vir com uma das frases: você SEMPRE faz isso ou você NUNCA faz isso que eu perco a esportiva e desisto de toda e qualquer conversa ou discussão. Sem noção. Se você quebra um copo da casa, a partir daquele instante você é o responsável por viver quebrando os copos da casa. Se você acorda atrasado uma vez ou outra, você sempre se atrasa. Quando você se nega a fazer uma coisa, você nunca faz nada. Sério. Pegue uma faca e saia correndo atrás de mim de cueca pela rua, mas não faça uma coisas dessas. Eu tenho vontade de arrancar as gengivas de pessoas que no meio de uma conversa abrem a boca para generalizar as coisas. Por conta disso, eu sempre tento usar a expressão correta. Você faz isso com certa frequência. Não é a primeira vez. Você já fez isso antes. Ou os reflexivos: quando foi a última vez que você fez isso? Lembra daquela vez? Novamente? Um prato de trigo para três tigres? Bororó, bororó? E a gente vai levando. Tendo algumas gastrites nervosas vida afora, pendurando irmãs de cabeça para baixo na janela. Uma beleza. ______________ Por falar nisso, juro que um dia eu quebro, mordo, rasgo e jogo todos os imãs da geladeira e balangandãs do tipo no lixo. Eu não consigo abrí-la sem derrubar um treco daqueles. Feitos para cair no chão e irritar. Com sucesso.
22:34 -
[25.2.07]
grau Ela que seria a rainha da noite, num vestido deliciosamente preto, decote nas costas e coração aberto, transparecendo sentimentos. Ela que seria a rainha dessa e de todas as outras noites. Reinando em fotos em preto e branco, em dores em branco, em faltas em preto. Em letras pretas; a letra preta dele rabiscada em folhas em branco. Riscos definitivos que lhe faltavam, vazio, folha em branco. ____________ Chasing tails.
22:27 -
[21.2.07]
cavaco Se tem algo que eu não poderia ser, é juíz de desfile de escola de samba. Escola de samba é algo que não entra no meu cortéx cerebral. Eu não seria capaz de julgar qual foi melhor em nenhum quesito de avaliação. Pra mim, iria ganhar a escola que tivesse a beldade mais bonita. E pronto. Todas as escolas são cintilantemente coloridas, todos os carros alegóricos são iguais, todas as baianas giram do mesmo jeito, todo mestre-sala e porta-bandeira fazem a mesma dança, todas as bundinhas balançam e todos os peitinhos são siliconados. Sério. E eu ainda ia dar chilique por conta dos samba-enredos. Aquilo ali é de lascar. Eu até gosto de ver os desfiles, acho bonito, inútil, mas belo. Mas aquela cantoria louca e rouca e rasgada e embebida em suor... urgh. Além do ritmo e do tom serem chatos pacas, eu não consigo entender dois dedos do que aqueles caras cantam, ou dizem cantar. Sucesso total. ____________ A única coisa que eu queria ver era a Grazi Massafera; não vi, e ainda soube que a criatura linda caiu? Ô, dó.
20:23 -
[18.2.07]
mortal kombat Ô vida. Cada ser humano deveria ter o direito a um soco diário, gratuito, sem culpa ou repressão, disponível para utilização arbitrária em outro ser humano. Em qualquer parte do corpo e intensidade. Cliente é a pior raça que existe. Sistema dá erro, cliente pega aquele dedinho sujo de ficar o dia inteiro coçando as regiões glúteas e o pressiona contra a tecla printscreen. Pega a foto do erro, envia por e-mail pra gente e só falta ter orgamos suínos [não dizem que os porcos chegam aos 30 minutos?, vai saber]. O infeliz ao invés de fechar o sistema, abrir e tentar executar a operação mais uma vez, cruza os braços e fica lá fazendo nada. REINICIE, CARACA. Se para todo problema que ocorresse num computador, um ser humano reiniciasse a sua máquina ou o programa que está tentando executar, mais da metade dos problemas teriam se resolvido-se a si mesmos com suas próprias resoluções. Computador trava por causa do sistema operacional que se perde [esse Windows XP bonitinho do seu pc], por causa de memória com problemas, calor, frio, sujeira, cansaço, constipação e alergia. Você dá uma reiniciada e tudo volta a funcionar [quase] perfeitamente. Não precisa mandar imagem do erro pra gente e dizer que o sistema deu póblema. Nós vamos mandar você reiniciar. Portanto, faça-o por iniciativa própria. Se isso não resolver, tente novamente. Daí sim, você liga pra gente choramingando! Baseado nessas alegrias diárias do mundo moderno, lanço com exclusividade nenhuma a campanha reinicie, merda! ![]() Imprima, mande pros seus amiguinhos, mostre pra mamãe, pregue no fundo do carro, use na camisa, chore, sorria. Mas reinicie esta merrrrrdaaaa antes de torrar a minha paciência. Obrigado =] _____________ Nada a declarar sobre o carnaval. Exceto: viva a rede, praia e água de cocô. Até quarta, amiguinhos.
18:22 -
[14.2.07]
até parece Os dois últimos cd's de Marisa Monte [Infinito Particular e Universo Ao Meu Redor] são muito bons. Exceto pela música Pernambucobucolismo. Pronuncie novamente esta palavra [?] e sinta que coisa... que bonito, que elegância, que sensualidade, que graciosidade implícita na sonoridade. Até rima. Que bosta de música ruim. Não tem instrumentos concretos [um barulho de grilo ou cigarra misturado a algo que parece um teclado-sanfona psicodélico que soa feito um diapasão não conta]. A mulher geme a música inteira. Ela já tem uma voz aguda desgramada, que tende ao enjoado; quando ela se esforça para tal então... parece uma foca com cólica acasalando com um pinguim. Eu ouço Marisa Monte e sinto que tem 6 colheres de doce de leite da Nestlé no meu ouvido. Pior é a letra. Quase 3 minutos de gemidos com ela dizendo que vai fazer um movimento, amor. Uma canção pra inventar o nosso amor, uma revolução, que vai criar o tal do Pernambucobucolismo [e o nexo?]. Ela vai fazer um movimento revolucionário com os meus neurônios, isso sim. O mal é quando artista já muito bom e consagrado resolve fazer coisa bonita, poética, revolucionária. Aí faz uma porcaria dessas. Ainda bem que eu gosto da figura mal-humorada e esnobe que ela é. Mas Tema de Amor continua sendo a melhor música de todas. ______________ Não me torture, não simule, não me cure de você Deixa o amanhã dizer
19:01 -
[11.2.07]
hectares Médico atualmente dá um ótimo criador de gado. Eu fui num ortopedista sexta-feira. Entro na sala, o cara no telefone, faz sinal preu sentar, nem se dá ao trabalho de apertar a minha mão, desliga o telefone e pergunta o que é que eu tenho. Wonderful. Geralmente eu me irrito com pessoas que enrolam e não vão direto ao ponto. Mas quando se vai num médico, algum problema você tem e no mínimo algum tipo de preocupação. Então você precisa que o cara fale com você direito, seja atencioso, te faça um carinho, bote no colo, coisa e tal. Eu só não fiquei mais chateado porque o bandido foi certeiro na identificação do meu problema. Até valeu a pena me sentir uma vaca na fila do abate. Bom, o problema é que há cerca de um mês eu vinha sentindo rigidez no dedo anular da mão direita. Eu não conseguia dobrá-lo corretamente, como se tivesse algo preso na articulação, e na hora de desdobrá-lo o dedo travava. O sintoma era pior pela manhã e ia embora quando eu fazia alguma atividade [academia, carregava compras ou dançava lambada com mamutes albinos]. Expliquei isso pro infeliz, ele mandou fazer alguns movimentos, segurando meu dedo, mordeu meu dedo, puxou o dedo, e ficou perguntando: dói? Eu disse que não sentia dor, que era só a rigidez. Aí o porquinho capitalista apertou minha mão, na base do dedo e disse: você está com um carocinho que atrapalha o movimento da polia [palavras dele] do seu dedo. E mandou eu mover o dedo com ele apertando o tal do carocinho. Plim. O dedo ficou como se tivesse nascido de novo. Solta o tal do carocinho, a polia emperra e o dedo fica rígido. Não precisa dizer que eu fiquei o resto do dia apertando e soltando a polia, mexendo o dedo e me divertindo vendo como os seres humanos são uma máquina problemática. Pior que o rei do gado passou anos estudando e se especializando pra descobrir um treco que eu poderia ter imaginado sozinho em casa, se eu tivesse um pouco mais de curiosidade e tivesse feito o auto-exame de mama no meu dedo. Ah, abrindo um colchete: meu problema surgiu porquê eu inventei de mudar a maneira de digitar. Eu digitava rápido e até direitinho, mas não da forma ideal, com os dedos nas teclas corretas e tudo mais. Há uns 3 ou 4 meses, baixei programinhas para praticar digitação, parei no meio do caminho e realmente mudei a forma de digitar. Comecei a usar mais os dedos anulares, só que de uma forma errada. A prova disso é que a ridigez também ocorreu no mesmo dedo da mão esquerda, mas numa intensidade menor [por usá-la menos, claro. o backspace mesmo, passou a ser teclado com o anular da direita, que ficou problemático]. Portanto, se você já passou dos 20 e tá tudo bem com sua mão, não invente de mudar a forma como você digita por achar bonito. Você vai ter problemas mentais inteiramente desnecessários e desconfortáveis na sua mão. Bom, e agora? Remédio e fisioterapia. Mas aí vem a melhor parte: Bruno Mezenga disse que se eu não ficasse bom, a morróida do meu dedo teria que ser removida. Eu fiz: hein? Ele pegou minha mão, desenhou um risco de 1 ou 2 centímetros com a caneta e disse que faria uma incisãozinha, anestesia local, coisa pouca. Cuma? Lindimais. Médico fala dessas coisas de cortar e estripar e abrir e doer, assim, como se fosse simples como tomar uma aspirina. Incisãozinha, né? Vamos fazer uma incisãozinha na sua nádega direita, com anestesia local, pra ver se você gosta, seu agricultor descarado. ______________ A coisa boa disso é que rola a esperança de encontrar fisioterapeutas estupidamente lindas e passar 40 minutos de boca aberta, durante as sessões de exercícios dedísticos. Ao menos as fisioteraupetas e aspirantes a tal que eu conheço são bonitas que é uma beleza.
16:44 -
[8.2.07]
shy Ando desconfiado que eu sofro levemente de transtorno obsessivo compulsivo. Coisas bobas, algumas normais até. Por exemplo, eu não consigo tocar em nada e ficar sem lavar as mãos. Especialmente dinheiro. E coisas melequentas. Mas isso é relativamente normal. Exceto que eu não paro quieto até achar uma torneira. E que às vezes eu deixo de comer alguma coisa pra não ficar com a mão grudando. E também o fato de que as notas na minha carteira precisam estar alinhadas e todas colocadas corretamente, uma em cima da outra, sem ficar de cabeça pra baixo ou face com face [depois de arrumar essa lindeza, água e sabão]. Uma outra peculiaridade é que eu passo o tempo inteiro repetindo alguma coisa nos meus pensamentos. Normalmente, a placa do meu carro ou o número do celular de minha mãe [agora sim, chegamos na loucura]. Eu compartilhei isso com colegas de trabalho e, gentilmente, eles riram e me chamaram de doente, uma beleza¹. O problema rolou mesmo quando eu fui falar com minha mãe que estava desconfiado da possibilidade. Eu ainda falei: mas mãe, o número do seu celular é tão bom de ficar pensando repetidamente. Não deu pra amenizar. Ela disse que ia procurar um psicológo pra mim, senão eu ia morrer desse jeito, louco. Outra beleza². Mas se vocês soubessem o número dela [que eu não vou colocar aqui], também iam querer ficar pensando e repassando na sua cabeça. É algo do tipo 8833-5586. Os 3 primeiros pares de números se repetem e o último número termina com seis, ou seja, meia. Que é melhor ainda de falar. Além disso tem o fato de eu não conseguir dormir com a porta do guarda-roupa aberta. Se não fechar, eu não durmo. E tem aquela outra, de passar 6 vezes na porta do meu quarto depois de acordar, apagar e acender a luz 11 vezes antes de ir pro trabalho e sentir atração por ornitorrincos. Tá, essas últimas eu inventei. Mas quando eu era moleque, a coisa era pior. Se eu coçasse o braço esquerdo, tinha que coçar também o braço direito, mesmo que não houvesse coceira. Sempre tinha essa coisa de simetria. Se eu estalasse um dedo da mão direita, e não fizesse o mesmo na esquerda... era preferível arrancar o dedo fora. Como meus amiguinhos do trabalho disseram, era capaz de alguém me encontrar atrás do sofá, com as pernas cruzadas, me balançando pra frente e pra trás, apertando as mãos, chorando e dizendo: eu não consigo estalar o deedooo, buaaa. Mas aí o tempo foi passando e eu fiquei só com a coisa da repetição mesmo. Quase bom, hum? _________________ Espero continuar são e bonito desse jeito.
23:05 -
[6.2.07]
life for rent Caraca. A vida inteira eu evitei escutar Dido, pois bastava 30 segundos de qualquer música dela pra me deixar deprimido. Dada a minha atual abstinência musical, resolvi arriscar [novamente]. ______________ Recomendo também as menos conhecidas: Sand In My Shoes, This Land Is Mine, I'm No Angel e Don't Think Of Me. Especialmente essa última. Porquê ver uma loira.linda.branquela fazendo ironias é bonito pacas.
23:27 -
[4.2.07]
oval Até hoje eu não sei se é uma benção ou uma maldição não gostar de futebol. Considerando o tempo que eu não perco vendo jogos nacionais, acho que é uma coisa boa. Levando em conta que eu não me gasto conversando sobre partidas, nem gravando os nomes dos jogadores e suas respectivas posições, é uma maravilha. Quando algum moleque insistentemente abre aquela boquinha de cocô pra perguntar se você é Bahia ou Vitória?, eu entro crise. E não adianta responder: nenhum dos dois. Esses guris foram programados para aguardar uma resposta binária. Se for o time que eles torcem, saem gritando, pulando, e batendo a cabeça nos cotovelos dos outros. Coisa que eles adoram fazer. Se for o time contra, ele vai apontar o dedinho sujo pra você e dizer: ahhhhhhh! Depois sair correndo, pulando e batendo a cabeça nos cotovelos dos outros. A tristeza disso tudo é a discussão entre torcedores. Dá vontade de abrir a boca e dizer: vai à merrrrda! Que eu não aguento mais essas conversas de boteco. E de pizzaria. E de festa de aniversário. É a mesma coisa sempre. Bonitinho de cá diz que o time do outro é um lixo. O lindão de lá diz que o time dele tem não sei quantas mil taças da Libertadores, e que cada parente de cada jogador utiliza troféus como suporte para livros, tamanha a quantidade das vitórias. O maravilhoso de cá estufa o peito e pergunta retóricamente: quantas títulos nacionais EU tenho? Esse é o ponto em que o infeliz começa a falar como se ele e o time fossem uma única entidade. O outro cara retruca, questionando: quantas vezes EU fui campeão regional? E segue esse ping-pong ensurdecedor. Quantas partidas você ganhou de mim na final do raio-que-o-parta? Pior é que segue ano, vai ano, acaba ano... e essas merdas continuam sem ganhar porcaria de título nenhum. Mas a discussão é SEMPRE a mesma. Eu [o time] fiz isso, eu fiz aquilo. Eu ganhei não sei o quê. Pode ter sido há 20 anos atrás. Pode ser que nada tenha mudado. Pode ser que o outro time tenha os mesmo títulos de sempre, e que essa conversa enfadonha tenha se repetido na semana passada. Não importa. Ela vai acontecer de novo. Por fim, se o time do cara ganhou algum título importante no ano, não muda nada. O torcedor do time campeão vai dizer: eu ganhei, êee. O outro rídiculo vai dizer: ganhar contra aquele TIMECO? Esse título não conta! Aí o outro vai ficar irritado, e defender os títulos do time com quem o time dele jogou contra, só pra justificar que o oponente era de fato um bom time, justificando a vitória em questão. Acompanhou? E daí tudo se repete. Viva.
17:17 -
[1.2.07]
olhe para os lados Voltando ao post anterior... a segunda coisa que me ocorreu no momento apocalíptico do surgimento da loira vinda de lugar algum, foi: mulheres lindas são um problema. Pra mim, lógico. Primeiro que eu fico frouxo. Fazer aproximação aleatória já é um sacrífico enorme; quem dirá quando a criatura em questão é dotada de concessões divinas espalhadas pelo corpo. É aquela coisa. Você vê a perfeição caminhando por aí, poderia tentar algum contato, quem sabe? Mas o que é que se diz numa hora dessas? Envolve muitos fatores. As palavras certas, o momento certo, o jeito certo, a segurança necessária, o nível de controle pra não parecer abusivo ou forçadamente íntimo, nem excessivamente tímido. Até controlar tudo isso eu já tive um ataque cardíaco. Não é como em festas, que as pessoas estão lá para... conhecerem pessoas. O problema é que eu não costumo ir a festas. E essas aparições mágicas de deusas na minha frente se dão somente em lugares técnicamente inapropriados. Pronto. Fico eu aqui sofrendo dores oculares. E, por vezes, do coração. Por que eu nunca tinha notado a existência da loira. Agora ela vai resolver aparecer na minha frente todos os dias, quer apostar? A outra questão relacionada a isso é: mas porque raios mulher bonita tem que ter namorado? Devia haver uma lei proibindo mulheres bonitas de arranjarem namorado novamente durante um período de... seis a sete meses. Problema de vocês. Essas criaturas não passam mais de, xô ver... 5 dias sozinhas. Homem termina namoro e vai curtir a vida, descansar, dar uma relaxada, sair com os amigos. Dá uma ligada para aquelas amiguinhas da agenda do celular. Depois de muito tempo ele resolve que é bom achar outra namorada. Mulher bonita termina namoro e faz o quê? Começa outro. Lógico. Daí, se você tem alguma pretensão com aquela criatura, tem que ficar de olhos beem abertos. Tudo isso envolve inúmeras variáveis para as quais você deve estar atento. Primeiro, ela termina o namoro e você precisa dar um jeito de saber da notícia em primeira mão. Ela vai passar pouquíssimo tempo sozinha. Mas você precisa ser sensível o bastante pra perceber que ela vai sofrer por uns... dois ou três dias. Depois você não pode demorar por que senão a fila anda e ninguém te liga pra avisar. São pretendentes demais. Você tem que tomar cuidado também com aquele amigo arroz dela, que de repente pode resolver se tornar um feijão esperto que vai lhe passar a perna; e passar outras coisas nela. Utilizar fórmulas químicas, matemáticas, físicas e biológicas, inclusive mágicas, ajuda nesse processo de encaixe em fendas temporais abertas durante alguns segundos no universo. Mas eu vou mandar uma carta pra Lula resolver isso durante o segundo mandato. A elite anda massacrando os menos desprovidos. As filas longas e, contraditoriamente, rápidas demais. Um caos, um caos. Tá, parei. ____________________ Atropelamento conta como tentativa de aproximação? [CRASH] -AHHHHHH, MINHA PERRRRNAAAAAAAA! -Oi, tudo bem? Posso te oferecer uma ida até o hospital?
00:08 -
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