minha terra tem palmeiras
Ali no bairro de Ondina, cá nesta nobre capital baiana, estão as famosas gordinhas (oficialmente chamam-se Meninas do Brasil):
São 3, na foto você vê duas.
Daí, no domingo, caminhando com o amigo Almeidão (que apesar do nome não é traveco); lá pela altura da Barra, me encontrei com uma fofinha exatamente como essas, mas de verdade, carne e osso e afins.
De biquini. Encostada no parapeito da orla, toda sensual. Eu, distraído, não sei por que raios não desviei o olhar. Não sei mesmo. Fato é que enquanto eu falava e caminhava, continuei olhando. Quando me dei conta, ela já estava irritada com a minha observação malemolente. Segurou a teta direita como uma arma (?) e respondeu ao meu olhar dizendo: se eu der (a teta) pra você botar no c*, você bota?
o o o
Eu ri.
Veja até onde vai a liberdade baiana.
A minha e a dela, claro.
Maravilha.
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09:45 -
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lógica
Resolveu arriscar. Convidou seu antigo colega de colégio para uma visita.
Nunca foram muito unidos. No passado, por uma ou duas vezes ensaiaram alguma amizade, mas por esses motivos tortos que ninguém conhece bem, nada deu muito certo. Por esses motivos ainda mais tortos, se encontraram muitos anos depois e mantiveram alguns contatos esporádicos.
Com o convite feito, esperava de repente fazer um novo-bom-velho-amigo. E amigos nunca são demais, certo? Tudo corria calmamente em sua mente. Exceto por um detalhe. Enquanto arrumava o local para receber a nobre visita, tentava se livrar do medo que lhe enrolava os pensamentos: discorrer sobre os tempos antigos, amigos, estudos, tristezas e alegrias... e de repente acabarem mencionando algo à respeito dela.
Haviam gostado da mesma garota. Ela nunca dera atenção especial à qualquer um dos dois. À época, nenhum dos rapazes comentava nada um com outro sobre o assunto, mesmo que implicitamente soubessem do sentimento comum pela donzela.
Agora tinham crescido, se afastado, se formado, eram homens. Adultos. Sérios. Trabalhadores. Respeitados. E com o passar dos anos, essas paixões e esquisitices da adolescência são o tipo de assunto que costumam se tornar motivo de piada, discutido num tom jocoso e relaxado. Tornam-se até mesmo um aliviador social, um assunto em comum, unificador; o pequeno passo inicial rumo à intimidade.
Exceto pelo fato de que ele não havia esquecido dela. Aquilo não era um assunto trivial. Não mesmo. Era assunto de morte. De raiva. De ira. De horror! Por alguns segundos arrependeu-se do convite feito ao colega. Mas já era tarde demais para desfazer qualquer coisa.
Por precaução, caso a história viesse à tona, colocou uma régua atrás do sofá. Estaria pronto para medir o tamanho do seu pinto e encerrar qualquer eventual discussão sobre o assunto.
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10:43 -
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notas de um semi-dono de casa
Não lave a louça pelado.
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22:18 -
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lançou cd novo (ok, foi em agosto)
Ouvir Pitty pra mim é que nem aquele feijão ruim que sua tia coloca na mesa. Você tem a opção de rejeitá-lo, mas sempre acaba comendo uma porção.
Ou então é como aquela menina vesga da escola. De certos ângulos ela era até uma gracinha. De certos ângulos.
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16:04 -
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